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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Em Busca de Si

Pra que que eu vivo?

Para cumprir as metas cotidianas?

Tenho que estudar...estudo.

Estudo ... e me formo.

Quero casar...caso.

Quero ter filhos...tenho.

Tenho que criá-los...crio.

Quero trabalhar...trabalho.

Quero comprar uma casa...compro.

E assim vou, de meta em meta.

Mas, pra que que eu vivo?

Pra cumprir essas metas?

Será que há uma meta final?

Qual o verdadeiro propósito da vida?

Pra que que eu estou aqui?

Acho que é para realizar a meta final.

E qual é a meta final?'

É eliminar a ignorância sobre EU mesma.

A meta final é conhecer o EU.

Conhecendo o Eu, elimino a idéia de sofrimento

e descubro minha onipotência.

O conheciemnto do EU é a solucão para todos

os tipos de problema.

É preciso limpar-se.

Chore, deixe a dor vir à tona.

Quando você vê a dor, parece que tudo "piora".

Mas na verdade aí esta a cura, aí está a aceitacão.

Então, outras "coisas", outras dores vão vindo e você

vai processando. Você vai ficando bem.

Não reprima nada.

Libere suas "coisas", suas dores.

Cure seu coracão.

Isso é ser feliz sem causa.

Deixe as coisas irem embora sem sentimento de perda.

Recuse-se a fazer julgamentos sobre si mesmo.

Seja dedicado e sincero com você.

Não se contente com o sofrimento.

Bj fraterno.

Najla

domingo, 11 de setembro de 2011

Não tenha medo!

Não tenha medo do medo.

Não tenha medo de se conhecer.

Não  tenha medo de ser livre.

Não tenha medo do amor.

Não tenha medo da pureza do seu coracão.

Não tenha medo da prosperidade.

Não tenha medo do silêncio.

Não tenha medo da sua luz.

Não tenha medo do UM.

Não tenha medo de deixar as coisas acontecerem.

Salte rumo à liberdade

Voe e mergulhe no NADA.


Um beijo e lembre-se:

O que VOCÊ  É, EU SOU.

Najla

sábado, 3 de setembro de 2011

Em Busca de Si



Muitas vezes, quando eu conhecia uma pessoa que tinha uma qualidades muito legais, imediatamente a minha mente via um
defeitozinho: "Tudo bem, mas...que corpo é esse?"
  Na verdade eu tinha inveja. Eu tinha inveja porque não conseguia não ter inveja.
  Não adiantava alguém ou eu mesma dizer:
  - Não tenha inveja.
  - Não seja competitiva.
  - Não seja ciumenta.
  - Não minta.
  Ter inveja, mentir,ser competitivo, etc não é uma escolha, é consequência de um emaranhado emocional.
  fui vendo que na verdade, eu me sentia muito pequena. Não conseguia me ver MAIOR. Ninguém poderia me convencer
de que sou maravilhosa.
  Então, o que me restava era pisar no outro para me sentir um pouco menos abafada.
  Eu via as boas qualidades, mas... sempre tinha um defeito.
  Por que eu agia dessa maneira? Porque me sentia pequena e nem sabia disso.
  A questão então era: Por que me sentia pequenina se afinal, eu sou a causa do Universo?
  Havia algo de errado com aquela sensação de pequenez. Puxa vida, por causa dessa sensação eu pisava no outro, para ele
ficar pequeno também.
  Por que tudo isso?
  Porque eu não me conheço...
  Comecei a ser muito, muito gentil com meu coração.
  Num gesto simbólico, todos os dias eu colocava pétalas de flores em frente do meu coração. Eu estava iniciando um
processo de cura.
  Percebi que qualquer um uqe tivesse o meu passado, cheio de crenças, sentiria o mesmo.
  Fui sentindo-me mais satisfeita acolhendo a pessoa que eu sou. Nesse mundo relativo, sou relativamente adequada.
  Antes eu caminhava de olhos fechados, hoje caminho de olhos abertos. Dos dois jeitos se consegue caminhar. Mas de olhos
abertos, o caminho fica claro.
  Não cheguei a nada ainda.. mas sei onde quero chegar - ao AUTO-CONHECIMENTO.
  Vamos?
 Bjs no seu coração!


 Najla